Archive for Janeiro, 2007

Durante mais de um ano, tivemos que apagar, diariamente, vários comentários insultuosos. A operação era cansativa e obrigava a uma supervisão sistemática que nenhum de nós podia assegurar: daí a permanência dos insultos e das calúnias por mais tempo do que o aceitável. Apesar de com a decisão agora tomada restringirmos a companhia de alguns [...]

PORTUGAL é um país em guerra. Pelo menos é esta a ideia com que se fica depois de ver o genérico que abriu e fechou a mensagem de ano novo de Cavaco Silva, transmitida pela RTP. Metade das 40 imagens/contextos que acompanham o Hino Nacional são alusivas à Defesa e Segurança e, em quatro desses [...]

argumentandum ad ignorantiam

No Armadilha Para Ursos Inconformistas, Vira-Latas e Esperanças de candeias às avessas. A coisa gira em torno da abstenção no referendo, direitos e deveres, participação, irritações e restantes problemas pessoais. Arranjem uma tina de lama e uns fios dentais. A caixa de comentários não chega.
Ainda nesse blog, o Pedro Silva anda a esgrimir com a [...]

esgotamento

José Pacheco Pereira ou perdeu de vez a paciência para a blogosfera ou está com uma crise de esgotamento. É que o Abrupto já não é o que era.
Assuntos banais, a constante, desinspirada série de fotografias de pessoas a trabalhar, a coisa da missão – desta vez abrilhantada por uma exibição de paraquedistas – , [...]

Luís Carmelo vem apresentar a sua última visão acerca do espectro de actuação da blogosfera e do seu campo de visão. A discussão em torno da significação das mensagens difundidas por este meio e o surgimento de uma pergunta básica: qual o objecto da blogosfera?
Bem vindos…

enganos

A coisa foi divulgada por aí com o destaque habitual dos que se interessam pelas causas e pelo combate à censura e por outros que, não sabendo bem ao que vêm, alinham no spin. Diga-se, em abono da verdade, que eu também alinhei na farsa, em outros locais mais ou menos conhecidos e publiquei chamadas [...]

E a lágrima cai-me em espanto. Diz o Velho que assim morrem as rosas e que, ao abandono em que restamos, resta apenas o desespero dos que, condenados, ladram à eternidade. A rosa flutuante rio abaixo, trágica companhia de Ofélia, a final dimensão do impossível. E nós, num sereno autismo, aguardamos a vinda das chuvas.
OlhO [...]

E como é ser como tu? É ser metade quando se sente por inteiro? É ter ganas de chegar sempre na partida? Ou de partir sempre na chegada? É ser tormenta, vento veloz que sacode, acorda, fustiga? É ser profundo no toque, suave no embate? Como é ser como tu? É viver junto ao abismo [...]