Archive for the ‘delirium tremens’ Category

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Amor-prisão, amor-lapa, amor-castrado das velhas teorias do “depois ele muda”, depois ele não muda, o que muda é a ferrugem, o verdete, a conspurcação, amor-falso, amor-perfeito, ninguém é perfeito, ele muda, não o percas de vista, podia ser pior, amor-falso, amor-possessão, amor-parasempre, amor-nunca, a mesma coisa, sempre, o final dos tempos, o final de tudo, amor-meu, amor-próprio, amor-vulva, come, desgasta, corrói, engole vivo, amor-prostíbulo com amor se paga, amor-fátuo, amor-flato. Deixa-me.
OlhO de Doug Beasley

Inspirações: XUPACABRAS

Coisas novas: PHOTO GALERIA

pfff…

pfff…

» ask.

Esta compulsão da escrita… da partilha…
Esta compulsão da procura.
A língua inglesa tem uma boa palavra, simples, eficaz, curta e objectiva para definir o sentido desta demanda: ASK.

Apetece-me dizer ASK SEMPRE.

Não é a Verdade, não é a demanda do Sentido da Vida – para esse tenho o dos Monty Python -, é mais um acumular de tensões que jorram pela ponta de uma caneta.
Deslize Freudiano? Concerteza.
Não seja a escrita um prazer e sofrimento como todo o amor que assim se chame…

Dizem coisas acerca do acto criativo, complexidades a que sou alheio.
Não sou escritor, sou antes um debitador de caracteres à velocidade permitida por dois dedos indicadores e um médio, por norma desatento e a quem demasiadas vezes a realidade parece um sonho estapafúrdio de contrasensos e desentendimentos.
A realidade não é harmoniosa, nem eu quero que o seja.
Não pode ser resumida a uma linha, acreditemos no que acreditarmos.
Não pode ser escrita.

Não interessa.

ASK.